*Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 3 meses!
Sinos
Quando tocarem os sinos
E a voz do perdão encontrar eco
No silêncio de todas as perdas
No resgate de tantas dívidas
Na serenidade de cada lago
O ventre lunar da noite
Brilhará como um raio de esperança
Sob a luz de toda a oração
E o olhar de todo o aflito
Converterá em canto maior
Poesia divina
Espargida entre nós
Sob um canto seleto
Um hino mais raro
A caminho do mar
Como um barco à vela
Sob as ondas da fé
Crenças em valores maiores
Além do vilania
Dos terremotos da alma
E dos sofrimentos sem fim
É preciso perdoar-se a si próprio
E receber a luz da lua
Como uma benção dos céus.